Close Menu
Diário ItanhaémDiário Itanhaém
  • Home
  • Itanhaém
  • Geral
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Contatos
Fique por dentro!

Por que o turismo no Brasil não decola?

13 de outubro de 2026

Mega-Sena acumula para R$ 150 milhões; confira os números sorteados

12 de outubro de 2026

Henrique Marques leva ouro, o 2º do Brasil em Grand Prix de taekwond

12 de outubro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • Da lama ao mundo: a história e o legado do manguebeat
  • Calor e chuva persistem em grande parte do país
  • Idoso é detido por armazenamento de material de abuso sexual infantil em Itanhaém; VÍDEO
  • Toy Story 3: Complete Edition – Review
  • Empate com Argentina conclui momento de testes na seleção feminina
  • Feriadão de Nossa Senhora Aparecida teve 68 mortes nas estradas
  • Copa do Brasil: Bragantino abre vantagem sobre Ferroviária nas quartas
  • Polícia do Rio apreende armas depois de morte de suboficial do Bope
Facebook Instagram
Diário ItanhaémDiário Itanhaém
Topo Correio
  • Home
  • Itanhaém
  • Geral
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Contatos
Diário ItanhaémDiário Itanhaém
Notícias

4×1? Dinossauros brasileiros e argentinos já brigavam existe 230 milhões de anos

27 de março de 2025


Alguns dos dinossauros mais velhos do mundo viveram nos territórios que hoje correspondem ao sul do Brasil e a Argentina.

Existe 230 milhões de anos, durante o momento Triássico, a maioria desses répteis ainda era de pequeno porte, mas os herrerassaurídeos gaúchos já se destacavam. Esses pioneiros tinham caudas longas e musculosas, garras e dentes afiados e podiam chegar a 6 m de comprimento.

Agora, um grupo de pesquisadores analisou fósseis de herrerassaurídeos identificados no Rio Grande do Sul e na Argentina e notou que eles já se envolviam em comportamentos sociais complicados, como brigas violentas. 

Entre os sete crânios de herrerassaurídeos analisados, três possuíam indícios de ferimentos cicatrizados, que teriam sido causados por mordidas de outros herrerassaurídeos durante confrontos.

 

Esse tipo de comportamento ocorre até hoje entre vários animais, como os crocodilos. Mas nem sempre a briga é grave o suficiente para deixar marcas nos ossos, que poderão ser eternizadas através da fossilização.

A análise dos fósseis permite aos pesquisadores reconhecer se os ferimentos ocorreram antes da morte, se foram os causadores da morte ou se ocorreram bem depois, graças a impactos nos ossos do animal já morto.

O principal paleontólogo responsável através da descoberta, Maurício Silva Garcia, já tinha tido contato com alguns dos espécimes durante a sua pesquisa de mestrado na Universidade Federal de Santa Maria. Ao notar as marcas diferentes, ficou curioso: não dava para ter certeza do que se tratavam. 

O fóssil de Gnathovorax cabreirai, um herrerassaurídeo com machucados ósseas preservadas no maxilar.Rodrigo Temp Müller/Reprodução

Para descobrir, é preciso observar a estrutura do osso bem de pertinho, com uma lupa. Assim, o pesquisador notou padrões de porosidade nos ossos que não deixam questionamentos de que aqueles seres passaram por um intenso processo de inflamação local e cicatrização. 

“A gente analisa a microestrutura do osso ali em volta dessas marcas no detalhe mesmo, na lupa, para ter certeza. É bem difícil de identificar isso”, explica Garcia à Super. “Alguns outros crânios que analisamos até apresentavam marcas que a gente poderia atribuir a mesma coisa, mas como não dava para ter certeza, a gente acabou deixando eles de fora.”

Estudos em fósseis de outras épocas e outros lugares do mundo já tinham reconhecido esse tipo de comportamento agressivo entre animais da mesma espécie, como o Tyrannosaurus rex. Entretanto, é a primeira vez que evidências desse tipo são achadas para o Momento Triássico, quando os dinossauros ainda não dominavam o mundo como no posterior Momento Jurássico. 

 

Para os autores, isso mostra que as disputas territoriais e hierárquicas podem ter surgido já durante o começo da evolução dos dinossauros. Apesar de serem velhos, os herrerassaurídeos sumiram durante uma grande mudança climática existe 225 milhões de anos e não deixaram descendentes.

“Esse grupo só existiu durante um pedacinho do Período Triássico, que, inclusive, é a mesma faixa de tempo que ocorre nas rochas aqui do Rio Grande do Sul e da Argentina. Então, a gente tem a sorte de ter essas rochas: não existem herrerassaurídeos em rochas mais antigas nem em rochas mais recentes”, diz Garcia. 

O estudo foi postado hoje (26) no periódico científico The Science of Nature. As pesquisas são parte do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), cuja sede em São João do Polêsine (RS) pode ser visitada gratuitamente de segunda a domingo em horário comercial para apreciação de dinossauros e outros fósseis identificados na área central do Rio Grande do Sul. 

Dá até para ver os restos fósseis de um dos dinossauros estudados, o Gnathovorax cabreirai, retratado na imagem acima, em excelente estado de conservação.

AS MAIS LIDAS DA SEMANA
Toda sexta, uma seleção das reportagens que mais bombaram no site da Super no decorrer da semana. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter

Cadastro efetuado com sucesso!

Você receberá nossas newsletters através da manhã de segunda a sexta-feira.

 

Publicidade

Você pode se interessar...

Da lama ao mundo: a história e o legado do manguebeat

15 de outubro de 2026

Calor e chuva persistem em grande parte do país

15 de outubro de 2026

Empate com Argentina conclui momento de testes na seleção feminina

15 de outubro de 2026
Moscay
Não perca...
Notícias

Polícia do Rio apreende armas depois de morte de suboficial do Bope

13 de outubro de 2026

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) fica investigando o óbito do subtenente do Batalhão…

Para Asha Sharma, Xbox não vai sobreviver sem criar franquias novas

13 de outubro de 2026

Homem é detido com mais de 1,6 mil porções de drogas em Itanhaém

13 de outubro de 2026

Por que o turismo no Brasil não decola?

13 de outubro de 2026
Demo

Somos um Jornal que cobre as notícias e eventos mais relevantes do município de Itanhaém e toda a região!

Facebook Instagram
Brasil

Da lama ao mundo: a história e o legado do manguebeat

15 de outubro de 2026

Calor e chuva persistem em grande parte do país

15 de outubro de 2026
Itanhaém

Idoso é detido por armazenamento de material de abuso sexual infantil em Itanhaém; VÍDEO

15 de outubro de 2026

Homem é detido com mais de 1,6 mil porções de drogas em Itanhaém

13 de outubro de 2026
© 2026 - Grupo T25.
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.