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T25 Entrevista: Patricia Maiolini, jovem escritora que vai do mistério, suspense ao infantil

Além de "O Mistério da Garota Sangrenta", Patricia também é autora de "A Acusada", "Julinha, a Corujinha" e de diversos contos.
18 de junho de 2024
t25-entrevista:-patricia-maiolini,-jovem-escritora-que-vai-do-misterio,-suspense-ao-infantil
T25 Entrevista: Patricia Maiolini, jovem escritora que vai do mistério, suspense ao infantil

Patricia Maiolini, uma jovem autora de 26 anos, nasceu em Campinas, interior de São Paulo, e atualmente reside em Paulínia, também no estado paulista. Além de sua carreira literária, Patricia é confeiteira amadora, psicóloga e baterista, demonstrando uma versatilidade impressionante em suas paixões e habilidades. Desde a infância, sua tia materna a incentivou a mergulhar no universo dos livros, despertando uma paixão pela leitura que a acompanharia por toda a vida.

Aos 13 anos, Patricia começou a escrever em um blog como uma forma de desabafo pessoal. Esse foi o início de sua jornada na escrita, que se intensificou aos 16 anos quando descobriu a plataforma Wattpad. Lá, ela escreveu e publicou “O Mistério da Garota Sangrenta”, que rapidamente se tornou um sucesso, alcançando mais de 220 mil leituras. O livro foi destaque na categoria “Mistério/Suspense” em 2015 e venceu o prêmio The Wattys na categoria “Tesouros não Descobertos”. Em 2020, este trabalho foi oficialmente publicado pela Editora Sinna, consolidando sua presença no cenário literário.

Além de “O Mistério da Garota Sangrenta”, Patricia também é autora de “A Acusada”, “Julinha, a Corujinha” e de diversos contos. Seu talento a levou a participar de várias antologias, como “Cinderelas” e “Inquebrável” em 2019, e “O Buquê da Morte” em 2021, todas pela Editora Sinna. Atualmente, Patricia está focada em seu último lançamento, um livro infantil intitulado “Julinha, a Corujinha”, que aborda temas como aceitação das diferenças e a importância da amizade, prometendo cativar o coração dos pequenos leitores.

Vamos a entrevista:

  1. Patricia, você poderia nos contar mais sobre como surgiu a inspiração para escrever seu novo livro infantil “Julinha, a Corujinha”?

A minha maior inspiração para escrever Julinha foi unificar minhas paixões por corujas e pela temática de pessoas com deficiência. O bullying tem um fator pessoal envolvido também.
Este livro é um grande projeto e tem uma importância muito significativa em minha vida. É um livro que aborda sobre bullying, preconceito contra pessoas com deficiência (através da figura de um animal) e outras temáticas importantes. Fui inspirada a desenvolver uma obra para crianças que abordasse estes temas, pois acredito que o autor também tem responsabilidades sociais e as palavras são uma ferramenta poderosa de conscientização. A literatura também deve ser para todos, por isso decidi tornar este livro bilíngue em braile, para que pessoas com deficiência visual também possam lê-lo.

  1. Quais desafios você enfrentou ao transitar da escrita de mistério/suspense para a literatura infantil?

Por incrível que pareça, não foi tão difícil quanto eu imaginava que seria. Acho que o maior desafio foi tornar a linguagem o mais acessível para que as crianças entendam.

  1. Como foi o processo de criação e publicação de “Julinha, a Corujinha”? Houve algo que te surpreendeu durante essa jornada?

A escrita do livro iniciou-se em 2021, mas foi engavetado até o mês de novembro de 2023. Com o desafio do NanoWriMo, consegui sair do bloqueio criativo e finalizar para publicá-lo com a editora Sinna. Meu namorado também foi essencial para melhorias no enredo, foi a primeira pessoa que leu Julinha.
Fiquei muito emotiva quando meu livro foi aprovado e tão bem avaliado pela editora. Lembro que assustei minha avó quando contei a notícia da publicação, porque chorava tanto que ela achou que havia algo errado.
O que mais está me surpreendendo é a quantidade de aceitação deste livro. Dos parceiros que já leram, só recebi críticas maravilhosas. Isso me deixa muito empolgada e confiante.

  1. De que maneira sua formação em psicologia influencia sua escrita, especialmente em temas tão delicados como bullying e aceitação de diferenças?

Acredito que minhas duas paixões se unem, principalmente tratando-se da criação dos personagens, emoções, ações, etc. A psicologia me traz um olhar humanizado para temáticas muito importantes e que precisam ser debatidas. Meu amor pela área social e do segmento de pessoas com deficiência surgiram na psicologia e eu amplio para a minha escrita. Além disso, costumo dar palestras em escolas, para abordar sobre esses assuntos, conscientizar, incentivar sonhos e inspirar os jovens. Alguns deles se tornaram leitores por minha causa e isso me dá muito orgulho.

  1. Você tem planos futuros para mais livros infantis ou pretende explorar outros gêneros literários?

Atualmente, meu plano é continuar com meu livro de fantasia, que também é fora da minha zona de conforto. Porém surgindo outras inspirações, farei continuidade na publicação de infantis, suspenses e contos.

  1. Como a comunidade do Wattpad e suas primeiras experiências de escrita online moldaram sua carreira como autora?

A escrita do Wattpad foi essencial para mim, porque me mostrou que eu era capaz de escrever uma obra, que as pessoas gostaram do que eu criei, me trouxe leitores muito fiéis e que me acompanham desde 2014. Através da plataforma, pude criar vínculos com meus leitores e outros escritores, além de iniciar minhas buscas por publicação com editoras.

  1. Sendo uma fã declarada de Simple Plan, de que forma a música e suas outras paixões, como a confeitaria, influenciam seu trabalho literário?

Eu sou muito fã de Simple Plan, como você mencionou, e emo declarada. Em O Mistério da Garota Sangrenta, até citei em um capítulo sobre a banda, pois minhas personagens também são fãs. A maior loucura foi quando eu entreguei pessoalmente para os integrantes o meu livro autografado, e marcado o trecho em que eu os citei. Escrevi uma carta dizendo o quanto me inspiram e a importância deles em minha vida.
A confeitaria já foi utilizada por mim como uma forma de arrecadar verba para publicações literárias, na faculdade.
Ainda não tive oportunidade de utilizar meu interesse por bateria, mas talvez eu faça uma personagem baterista.

  1. Deixe sua mensagem para fechar a entrevista, e para que o mundo saiba o que diz Patricia Maiolini quando ela fala o que quer.

Primeiramente, eu gostaria de agradecer por esta oportunidade incrível. Foi um prazer!
Queria trazer uma mensagem para os leitores, não desistam dos seus sonhos. Por mais difícil que seja a falta de motivação, incentivo e outras questões, você tem capacidade de realizá-los.
Por fim, gostaria de convidá-los a me conhecer e saber mais sobre as minhas obras no Instagram @paty.the.writer (profissional) / @paty_maiolini (pessoal).
Muito obrigada!

Esta entrevista faz parte de uma série chamada “Escritores de Paulínia para o Estado”, feita por Theago Liddell e publicada em mais de 30 cidades do interior paulista, acompanhe todas por aqui e prestigie os novos autores!

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